quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Bike parada também dá manutenção

Buenas Amigos,

Depois de tanto tempo resolvi escrever este post, não apenas para ter uma publicação no final do ano, mas também para falar de uma coisa que ninguém imagina que é a seguinte: Bike parada também dá manutenção.

Hoje em dia, com a evolução dos equipamentos, determinadas peças da bike necessitam de uma avaliação periódica, seja por uso ou por tempo. Ou seja, não pense que guardar a bike limpinha e regulada por meses não vai precisar de uma nova revisão antes de voltar à utilização.

Precisa avaliar as condições dos pneus se estão ressecados ou com pontos de falhas nas laterias, as câmaras se estão com sua elasticidade em dia e condição das rodas, seus raios e cubos. 
Por tempo ou quilometragem é bom revisar...
Os freios, temos que observar as sapatas/pastilhas, seja qual tipo ele for. Para os mecânicos, verificar os cabos e se for hidráulico rever o conteúdo se ainda tem uso.

A relação de marchas, ver as condições dos cabos de câmbios e lubrificação de todo o conjunto, bem como movimento central e caixa de direção.

A mesa cheia de barro...quem explica isso?
Avaliar a condição da corrente também é importante para manter a integridade do grupo (Pedivela e K7) e assim evitar o desgaste desnecessário desses componentes, afinal, o custo de uma corrente nova é quase 10% do custo desses grupos quando desgastados.

Depois de alguns (5) meses parada, ela foi pra revisão

Outro elemento que é extremamente importante fazer manutenção é a suspensão, que compõe 40% do valor de toda a bike. OU seja, vale muito mais a pena fazer a manutenção preventiva do que perdê-la totalmente e ter que comprar outra.

Lembro que a suspensão deve ser revisada após X de quilometragem ou Y de tempo, esses valores exatos podem ser identificado no site oficial da fabricante.

Quanto mais evoluído tecnologicamente for seu aparato esportivo, maior será a necessidade de revisão devido sua utilização...(assim espero!). 

Assim, sempre antes de sair pra girar, faça essas avaliações e, caso necessite, encaminhe sua bike para sua loja de confiança para revisão.

Bom, essa é minha dica.

Até a próxima!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Caad 8 6 e minhas impressões

Buenas Amigos!

Felizmente estou melhor e hoje realizei meu quarto pedal sem ser no rolo. Foram dois de MTB, um leve e outro pesado para testar e dois de Speed, onde, um só giro no plano e outro em treino de escalada, realizado no local que chamamos de Sumaré, situado no Parque Nacional da Floresta da Tijuca, um dos locais mais agradáveis pra se pedalar no rio. Longe da loucura do trânsito e das normalidades de cidade grande.

Apesar da manhã chuvosa, decidi com a road, Cannondale Caad8 6, muitos números né? O motivo não sei, mas sei que de acordo com o último número os grupos variam entre 105, Tiagra, Sora e Claris.

Segundo a Cannondale a Caad8  recebeu o DNA competitivo da Caad10 mas com uma condução confortável.
Ainda na caixa
O tamanho da minha CAAD é 54 e como puderam ver no post anterior, o Grupo que compõe a minga Road é o Tiagra e apenas com o pedal de hoje pude ter base pra dizer. A mudança não é tão suave mas é precisa e mesmo nos momentos críticos ele fez bem o trabalho tanto subindo quanto descendo marcha. Lembro que não realizei qualquer ajuste, ou seja, a regulagem está como veio de fábrica e desde Agosto, mês que ela chegou, tenho utilizado em treinos esporádicos no rolo.
com regulagem de fábrica
O sistema BB30, que integra os grupos 105 e Tiagra, do pedivela realmente faz uma diferença, por ser mais rígido a transferência de força na pedalada lança a bike a cada giro. Posso parafrasear o Miura "a bike pede pra pedalar".
Sistema Hollowtech BB30
Não posso falar sobre os pneus e freios, pelo fato de ter chovido a manhã toda e ser perigoso realizar as descidas como de costume. Mesmo assim, percebi que os freios C4 da Cannondale em conjunto com as manetes Tiagra não cansaram as mãos durante os 13km de descida.

SCHWALBE LUGANO 700X23C


Ferradura C4

O selim Cannondale Stage Ergo é extremamente confortável e não incomoda mesmo após 5hs de pedal. Porém, na montagem, tive uma certa dificuldade de ajustar a inclinação do selim de acordo com meu fit, mas nada que um pouco de paciência não resolvesse.

Não tenho como comparar esta CAAD com a Allez por diversos fatores, quadros em tamanhos diferentes, grupos distintos. Ou seja, a CAAD é melhor montada e no tamanho que me favorece.

Estou bem satisfeito com a aquisição, pena que ela saiu de linha em 2016 que está sendo substituída pela linha Optima, vendido no Brasil apenas nas versões Claris e Sora...agora no site internacional tem todos os grupos:105 Disc, 105, Tiagra, Claris e Sora. Vai entender!!!

Então, Vamo-que-vamo!

Até
Sumaré pós chuva

CAAD 8 6 - Estrada na Veia




Bicicleta Cannondale Caad 8 6 Tiagra 

A Caad 8 tem partes da geometria de corrida comprovada, assim como as Caad 10, apenas um pouco mais alto para uma posição de condução mais relaxada. Acabamento da solda lisa, marca registrada da cannondale, uma tecnologia de dupla solda suave em pontos fracos encontrados no quadro, eliminando o estress permitindo construir quadros mais fortes e amo mesmo tempo leve. 

Especificações: 
Quadro: Cannondale Caad 8, aluminio AL-6061 

Garfo: Cannondale Ultra carbono, 1-1 / 8 " 

Pedivela: FSA Omega BB30, coroas 50/34 dentes 

Trocadores: Shimano Tiagra 4600 

Cassete: Shimano Tiagra 4600, 12-28 dentes, 10 velocidades 

Corrente: Shimano Tiagra, 10 velocidades 

Câmbio dianteiro: Shimano Tiagra 4600, 31,8 abraçadeira 

Câmbio traseiro: Shimano Tiagra 4600 (1
2,13,14,15,17,19,21,23,25,28)

Aros: Maddux RS 3.0, 32 furos 

Cubos: Formula, RB-51 frente, RB-52 traseira 

Pneus: Schwalbe Lugano, 700x25c 

Freios: Cannondale C4, dual pivot 

Guidão: Cannondale C4 Compact, AL-6061 

Mesa: Cannondale C4, 31,8, 6 graus. 

Fita de guidão: Cannondale Bar Tape Gel, 2,5 milímetros 

Selim: Cannondale Stage Ergo 

Canote: Cannondale C4, Liga, 27.2mmx300mm


Já passo minhas impressões sobre ela.

Até! 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Departamento Médico, atualizações.

Buenas Amigos,

Já se passaram seis meses de tratamento, muitas consultas ao Ortopedista para reavaliações, Neuro para descartar de vez a necessidade de cirurgia, incontáveis sessões de Fisioterapia, auriculoterapia, acupuntura e massagens, sessões de Osteopatia e por fim RPG.

Falando da dor, posso dizer que foram dias dias ruins, dias péssimos que com o tempo passaram a ser apenas dias razoáveis.

As vezes, sentia que o tratamento estava dando resultado e outras vezes parecia regredir. Mas de certa forma, a melhora acontecia e está acontecendo na medida que o corpo responde aos estímulos.
Não tomo medicação desde Junho, salvo nos dias críticos, e confesso que esses dias estão sendo menos frequentes mas eles existem.

A passos lentos, minha recuperação vêm acontecendo e complementado o conjunto multidisciplinar do tratamento, entrei com um treinamento para o fortalecimento muscular da região afetada.

Ainda não estou 100% mas já voltei a dar meus giros ao ar livre moderadamente:
Dia 02/11/2016
Dia 05/11/2016

Até!

domingo, 21 de agosto de 2016

O Rio deixando de ser Olímpico

Buenas Amigos!

Hoje foi o último dia de competição no Rio e por mais que tenha retorcido o nariz ao evento, politicamente falando, fui apenas mais um arrebatado pela magia do espetáculo desportivo e sim, só não assisti mais jogos pela tv por não ter condições.

Tive duas oportunidades de assistir os jogos nas arenas, mas como estava em viagem com a família foi inviável. Por outro lado,  como ainda me encontro no departamento médico, na volta de viagem pude aproveitar dos mais de 30 canais a disposição para assistir a tudo que fosse possível, mas sempre com a sensação de que ainda faltava alguma coisa, até que recebi os ingressos para assistir o MTB XCO Masculino.

Neste último dia de competição fomos ao Parque Radical de Deodoro, onde foram realizadas as provas de Canoagem Slalom, BMX e o nosso amado MTB XCO.

Com o dia chuvoso, decidimos em cima da hora partir para a corrida. Chegamos com bastante tempo e escolhemos o local para as duas primeira volta que mudaríamos a cada volta e meia para curtir varios pontos da pista, que é maravilhosa.

Se todo parque ficar como legado isso será um grande presente, pois me surpreendi com a beleza do local e da estrutura, simplesmente TOP.
Poder estar ali e assistir a todos os atletas de perto e interagir com alguns deles, como disse meu filho "foi espetacular" e concordo!

Espero que o Rio continue assim pelo menos 10% do que foi no evento e que a Olimpíada deixe apenas coisas boas.

Que venha 2020!

Até

sábado, 16 de julho de 2016

Caloi Strada Racing 2017

Buenas amigos,
Hoje vi saindo da embalagem em uma loja aqui na minha cidade uma road da Caloi, curiosamente fui perguntar qual era o modelo e tive a resposta de ser a nova Strada, agora Racing.


Pelo pouco que pude ver, ela veio equipada com grupo Tiagra (4700 ou 4600) não sei ao certo, com jogo de rodas Vzan calçados com Continental Ultra.

Seguindo a linha das Cannondales, ela veio com garfo em carbono e indicação no quadro de movimento central BB30, patente desenvolvida pela Cannondale, e Pedivela FSA compacta.

O quadro tem uma geometria bem parecida com a Cannondale, mas vamos esperar os dados oficiais que ainda não foam divulgados pela empresa.

O valor é outro ponto de destaque, R$ 5.600,00 e achei bem interessante porém, deixou a desejar nas rodas. O aro poderia ser um pouco melhor para acompanhar o conjunto, que é digno para o preço no mercado nacional.

Não pude fazer foto, mas achei uma na internet pra não deixar a desejar.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Sagan = XCO nas Olimpiadas

Buenas Amigos,

Estamos cada vez mais próximos do evento tão esperado, as Olimpíadas e com isso grandes surpresas, principalmente no ciclismo MTB.

Levando-se em conta os top 10 das últimas Olimpíadas: Kulhavy, Schurter, Fontana, Hermida, Stander, Coloma, Fumic, Kabush, Gehbauer e Wells devemos acrescentar o audacioso Peter Sagan, que vêm treinando forte entre as provas de estrada.

Sagan, que é o atual campeão mundial de ciclismo de estrada, confirmou sua participação nas olimpíadas na modalidade MTB XCO, segundo Federação da Eslováquia, cedendo sua vaga de estrada a outro atleta.

Há quem diga que sua decisão de correr o MTB se deu após fazer o reconhecimento do percurso de estrada e achar que não seria uma prova para ele por ser um percurso muito duro...(?)

Bom, assistindo as etapas do campeonato mundial de XCO percebo que a galera tá no limite do treino e não arrisco chutar cinco nomes prováveis ao ouro.

Vem briga boa por aí.

Até a próxima!

domingo, 29 de maio de 2016

Departamento Médico

Boa Amigos!

Já tem algumas semanas que sofri uma queda durante um treino técnico. Treino esse realizado em curta distância mas com alto grau de dificuldade, como subidas com raízes, descidas rápidas com valas e saltos, é praticamente um parque de diversão para quem curte um MTB bem travado.

O resultado dessa queda foi sentido com maior intensidade dias depois. Dores na cervical e irradiação pelo braço e mão direita. Nem no rolo conseguia girar devido a posição que ficou insuportavelmente incomoda.

Como já imaginava, o mesmo problema que me tirou das artes marcias voltava a me assombrar. Compressão da cervical entre C3-C7, d ava suas caras também no ciclismo, justo este ano que tudo fluía tão bem. Seja pela minha recuperação cirurgica, pelo treinamento dentro dos limites aceitáveis e pelos resultados obtidos.

Bom, o médico sacramentou que deveria iniciar o tratamento imediatamente e se possível parar de andar de bicicleta... Mas, e minhas pedaladas com a turma? Minhas corridas?? Minha viagem???

Iniciei o tratamento com a medicação, que nada aliviou a dor, e em casa mesmo dei início ao tratamento manual em casa com auto-massagem e infusões. Mas casa de ferreiro espeto de pau, não adianta saber fisioterapia para realizar atividades em você mesmo.
Voltei ao médico já com as dores amenizadas e peguei a prescrição da fisioterapia.

Estou na segunda semana de fisio e ainda sinto incômodo por conta da postura na bike.
Realizei uma corrida que me deixou muito mal e senti muitas dores, o que me fez desistir das duas corridas seguintes.

Ainda estou de molho, sem ir pra trilha mas girando um pouco no rolo apenas para testar a evolução da recuperação.

Tenho vontade de correr dia 12 de junho sem muito sofrimento como na última prova que participei. Mas só saberei da minha real condição nas próximas semanas.

Até.

domingo, 8 de maio de 2016

VÍDEO DE MECÂNICA: FREIO AVID

Buenas Amigos!

Ontem, como tive que fazer o freio da Elite 30, resolvi gravar o que deveria ser um passo-a-passo. Infelizmente o áudio ficou péssimo e pra não desperdiçar o vídeo resolvi manter o vídeo sem edição e acelerei para não ficar chato...ah, botei uma musiquinha.


Até!


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Quebrou, e agora...?

Buenas Amigos,

Depois de algumas viagens e corridas vi a necessidade de falar sobre mecânica e reparos de improviso para que te permita completar a prova ou simplesmente chegar em algum lugar seja numa viagem ou volta pra casa depois do pedal.

Já tenho material para fazer dois tópicos:
1- Problema com freio a disco, e;
2- Problema com câmbios de marcha.

Ainda não sei se faço um passo-a-passo com fotos ou um vídeo.

Até!

MTB XCM 2016 - mais amador que nunca...

Boa Galera!

Estava aguardando para lançar a notícia e agora é oficial, este ano de 2016 venho participando das provas de Mountain Bike Maratona ou XCM com o patrocínio da empresa Clarke, Modet - Brasil que me apoiará nas principais provas do ranking carioca organizado pela Fecierj.

Esta semana chegou o uniforme que passarei a correr as etapas, fruto de um projeto idealizado pelo marketing da empresa e executado pela ASW Racing que vêm apoiando até o momento.


Clarke, Modet - Propriedade Intelectual

Não posso deixar de falar da qualidade do material qua a ASW Racing entregou. Material de ponta como a camisa com o corte atual, material que permite uma ventilação e dissipação de calor e suor; Bretelle bem elaborado com a lycra com ótima tensão e com bolso nas costas para suporte de rádio transmissor como os atletas de Pro Tour.


Mais do que nunca o treino está pelo fio da navalha pois a pré-temporada foi realizada entre uma prova e outra. Agora é adaptar os treinos para que não sofra lesões e aumente a capacidade física.

Vamo que vamos!!

Até!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Quinta Prova do ano - Bike Tour Vassouras

Buenas Turma,

Mais um desafio chegando, O Bike Tour Vassouras. Esta corrida será a primeira do ano que já participei em outras edições (2011 e 2015), entretanto por trajetos diferentes e tenho a esperança que o trajeto deste ano seja o mesmo do percorrido ano passado.

Tenho esta prova como um teste dos três meses de treinamento e ajustes pós provas realizadas e quero levar ao limite meu físico e psicológico.

Vamos girar

Até


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Fixed or Single? Ah, tanto faz!!!

Buenas Turma!

Vou falar minhas impressões de andar de single speed e/ou fixa. Isso mesmo, ela pode ser usada como single speed, aquela bicicleta que não tem variação de marcha que ganhamos quando criança,  lembra? Ou fixa, que os pedais ficam girando obrigatoriamente quando em movimento.

Esses tipos de bikes são muito utilizadas pelos couriers em NY, por aficionados em fixas e pela galera da mobilidade como eu.

Adquiri essa bile em Dezembro, numa promoção de um site esportivo já pensando o quanto iria economizar em desgastes de equipamentos da minha Mountain Bike como pastilhas de freios, cabos, engrenagens e passadores, corrente, pneus e etc... Fora o risco de ser assaltado e perder a bike de vez. 

Unboxing
Essa single/fixa veio pela proposta minimalista de dar menos trabalho de manutenção e menos dor de cabeça com relação a possibilidade de assalto mesmo chamando atenção por sua cor e estilo, ela não tem os elementos principais que os larápios almejam (suspensão e freios a disco).

Montadinha
Pelo que percebi, ela tem um quadro e garfo pintados em cinza escuro,  em aço-carbono como nas calois de antigamente, com um acabamento de soldas bem realizado. As rodas são o destaque por seu perfil alto pintado num azul piscina, bem como os detalhes do quadro e punhos, montadas em cubos genéricos, sendo o traseiro em flip-flop que pode alternar em single ou fixa. A relação é básica 42t x 16t que pode parecer um pouco pesado no início mas depois começa a sentir falta de alguns dentes a mais na coroa. O pé de vela é simples como todos os acessórios que a montam, mas nada é tão pior quanto o selim que veio e já foi pro lixo. Estou usando um selim velho porém bem confortável e ainda achei que seu design caiu muito bem na bike. Sinto que o movimento central já mostrou seu desgaste com míseros 300km, estou usando há 3 semanas e já sinto uma certa folga e as vezes ouço um tímido estalar ao pedalar mais forte. As câmaras de ar, troquei no segundo dia, um por estouro e o outro por conveniência mesmo. Os pneus 23c, ah os pneus... fracos demais, deformam com facilidade mas os mantenho lá e só trocarei quando tiver real necessidade. Os freios simples mas funcionam bem para o que utilizo. Vez e outra tenho que ajustar posição mas é simples. 
Outro perfil
Não levo ferramentas, câmara reserva ou bomba...mas deveria, tenho utilizado nela uma bolsa de guidão geralmente usada em minhas cicloviagens para carregar minhas traquitanas e deixei, por um tempo, minha courier bag em casa.

Percebi que utilizando no modo fixa a bike me força a pedalar mais, não falo de girar o pedal obrigatoriamente mas de forçar mais o pedal, ganhar mais velocidade o tempo todo pelo fato de estar com pressão nos pedais 100% do tempo. O ponto negativo é que sua muito e não é legal pra quem tem que trabalhar.

No modo single (roda livre) consegue-se dosar a pedalada, uma coisa mais intimista sem a indução dos pedais te forçando a girar cada vez mais rápido.

Estou curtindo a bike e foi um achado caindo feito uma luva pra mim que buscava uma alternativa simples e de baixo custo para ir e voltar do trabalho sem maiores preocupações.

Com o selim velho e confortável - na cafeteria sem dor de cabeça!
Até!!

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Montanha Cup 2016 1ª Etapa - Quarta prova do ano

Buenas Amigos!

Venho aqui divulgar minha participação na Montanha Cup 2016, esta prova que já havia participado em 2014, mas num outro formato e outro trajeto (leiam altimetria).

Desde de 2015 o Montanha Cup é realizado em duas etapas de dois dias cada. Sendo esta primeira (02 e 03 de Abril) em São Pedro da Serra, Distrito de Nova Friburgo.

Por ser disputada em dias seguidos, apenas largam no segundo dia os que completarem  o primeiro dia dentro do tempo de prova.

Será minha primeira corrida de dois dias...um gostinho do que deve ser um Brasil Ride(!).

Segue as altimetrias dos dias:

Altimetria de sábado 02/04
Altimetria de Domingo 03/04
Bom, vamos ver o que vai sobrar ao final destes dias.

Até.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Terceira Prova - Big Biker Itanhandu - MG

Minha primeira participação na tão falada Big Biker, que é disputada em três etapas, e dispensa comentários por toda sua organização, pelos atletas que disputam e pelo percurso, até então desconhecido por mim.

Na noite anterior uma chuva torrencial deixou o clima na medida para que os atletas não sofressem com o sol como na edição de 2015. Por outro lado, lembro bem de quatro prontos 'impedaláveis' e tantos outros single-tracks bem escorregadios que faziam alguns caírem de suas bikes das formas mais improváveis.

No site da RedBull saiu uma nota que sintetiza bem como foi a sofrida e prazerosa corrida "LAMA E MUITA SUPERAÇÃO NO BIG BIKER ITANHADU (MG)". matéria na íntegra AQUI



aguardando  a largada
início de corrida
Achei que meu rendimento vem melhorado cada vez mais, fechei essa prova com 68km no tempo parecido das provas com 45km.

Meu próximo desafio será o Montanha Cup, prova de dois dias seguidos...tenso!

Bom, vamos que vamos.

Até a próxima!


P.S.: Assim que conseguir os créditos das fotos e posto aqui.

Equipamento de segurança - Luvas

Buenas Amigos!

Hoje venho falar das luvas recém adquiridas que estou utilizando.

Uma é a luva completa para os dias mais frios, pois tenho uma certa sensibilidade a friagem nas mãos


 E para os dias mais quentes, tenho utilizado a luva meio dedos. 



Ambas são extremamente confortáveis e com um sistema de eliminação de suor.

Post curto mesmo porque vem mais coisas...

Até!

quinta-feira, 3 de março de 2016

Novo Desafio e Ação social

Buenas Amigos,

Próximo domingo (06/03), acontecerá o Circuito Brabus Race, em Maricá. Cidade que sofreu com a forte chuva que caiu no início desta semana no Rio. 

Os organizadores do evento se mobilizaram para promover uma Ação Social, e acho o mínimo divulgar esta boa ação.

Caso alguém que queira ajudar mas não poderá ir até o local, pode deixar comigo que levo no domingo junto com os meus.

Segue nota oficial:

"Afim de minimizar o sofrimento das famílias  afetadas e trazer um pouco mais de alegria a cidade de Maricá através  da socialização, solidariedade e do esporte... estamos aderindo a campanha #SomosTodosMaricá e estaremos recebendo doações aos desabrigados da região.

Adote essa idéia  traga sua doação.

Domingo  (06 de Março) durante o evento CIRCUITO BRABUS RACE MARICÁ seremos um ponto de coleta, que trará  a força  de todas cidades  do estado para fortalecer os moradores necessitados de Maricá.
EVENTO OCORRERÁ  NORMALMENTE."


Até

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Desafio Sul Fluminense, a dura prova!

Buenas Amigos!

Vamos ao relato da primeira prova de 2016.


Domingo, dia da corrida acordei cedo e já tratei de botar as bikes (do Tiko e a Minha) no teto do carro. A do Paulão colocaria na hora em sua casa, passamos na casa do Tiko e partimos rumo a Rialto - Barra Mansa.

Chegamos ha duas horas da largada, fizemos a retirada dos kits e aprontamos as bikes para a largada que seria as 10hs.

O sol dava as caras e mostrava que seria um atrativo a parte do dia. Nem se lembrava mais do temporal que havia caído na noite anterior.

Largada atrasada e finalmente disparamos rumo ao roteiro desconhecido. Como sempre, largada em subida que ora aliviava mas depois subia. Com menos de 5km a primeira barreira. Uma ascensão que fez todos os participantes empurrar suas bikes. Igualmente difícil a sua descida, bem como técnica. Afim de recuperar posições, desci usando todo meu conhecimento e habilidades, mas single track desconhecido e  com bikers segurando, um erro mínimo representa queda...e assim foi. Levei um "capotabike" que me deixou meio zonzo. Nem pensei, catei a bike e segui trilha abaixo. Segui pedalando e avaliando minhas condições e da bike.

Logo em seguida, veio a segunda subida dura da prova em menos de 7km de prova e confesso que pensei em abandonar a prova. 

Passando pelo mesmo local da largada, aquela energia da galera gritando e dando apoio me fez pensar em seguir.  E menos de 1km a terceira subida, a Igrejinha. Bom, nessa hora já tinha percebido o tipo de prova que era aquela...a do tipo que faz sofrer e que completar a prova já é uma Vitória.

Entre sequências de sobe e desce, cheguei no km12, na trilha Véio Voltou, trilha morro acima em mata fechada e quando se conquista ele te apresenta um descampado sobre as montanhas. Mas não pense que a subida acaba, ela fica apenas diferente. 

Assim, fui admirando a paisagem para amenizar a dor. Curtindo a trilha, o caminho. 

Placa de 5km, entrei em um estágio letárgico e uma sensação de conquista já tomava conta de mim. Passou um filme na na minha cabeça, desde o diagnóstico do médico que me dizia que necessitava realizar uma cirurgia, toda mudança de planos de viagens, treinos e corridas. Depois a hora da cirurgia e o pós. As poucas dores, curativos e recuperaçao. Liberação médica e a volta aos treinos.

Enquanto pensava nisso tudo, sem perceber já estava descendo pela estradinha de terra que me levou até o pórtico de chegada. 

Foram 38km percorridos, com mix de dor e satisfação e o inesperado 11° lugar.

O próximo desafio será o Brabus Race, vamos ver no que dá!

Quero agradecer a minha família, aos meus apoiadores, patrocinador*, aos amigos Paulão e Tiko que me acompanharam, e a todos aqueles que pedalaram comigo neste meu retorno: Miura, Gugu, Hernani e os demais.

Até

(*) patrocínio, merece um post a parte.

Tensão na largada
Alegria na chegada
Força no percurso
Altimetria da prova

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Primeiro desafio de 2016 - Desafio MTB Sul Fluminense

Boa Galera!

Dia 21 de fevereiro participarei da minha primeira corrida de 2016 que é o Desafio Sul Fluminense em Rialto - Barra Mansa, modalidade Cross Country Maratona que é minha especialidade, ou melhor, preferência.

Será minha primeira vez neste evento e desconheço como é o roteiro e seu grau de dificuldade. Mesmo tendo recebido alguns dados da corrida, prefiro não criar estratégias para esta prova e meu maior interesse será em completar a prova dentro do tempo de pontuação, pois não estou com condicionamento em dia para dar o máximo e menos ainda 'brigar' por posições.

Vou com a intenção de participar e pegar ritmo de prova, diversão com uma pontinha de seriedade para um bom 2016.

Vou postando aqui o que acontecer esta semana.


Até!


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Hora da fome...

Boa Galera!

Hoje voltando do treino, como de praxe, fui saindo da roupa suada a caminho do banho já pensando no que poderia ser o meu almoço e resolvi falar um pouco como funciona meu esquema. Não comentarei a função, calorias ou qualquer outra coisa sobre cada alimento.

Isso me fez pensar na alimentação que tenho feito nas últimas semanas, que foram bem direcionadas de acordo com meu planejamento de treino. Com uma boa seleção de alimentos e suas funcionalidades e de acordo com quantidade Kcal/dia determinada a ser ingerida.

Essa opção de alimentação saudável com alimentos funcionais tem me rendido um bom resultado e o que ajuda a ter sucesso é ser focado na hora de montar o prato nos restaurantes.

Em geral visualizo, antes de chegar no local escolhido, o meu prato montado com verduras e legumes, um tipo carboidrato e fonte de proteína, apenas evito ingerir carne vermelha com frequência.

Nos dias mais corridos tenho o costume de pedir comida, que dependendo do fornecedor nem sempre é o que você imagina quando recebe. Mas posso dizer que, após experimentar diversos restaurantes Delivery, achei a opção que atende e bem as expetativas.

Comer bem e várias vezes ao dia é melhor do que se alimentar apenas nas principais refeições.  Meu dia alimentar começa com água ao acordar, uma fruta (geralmente banana) antes de sair de casa, café completo no  trabalho e fico até o almoço (não consigo lanchar as 10hs). Almoço, lanche das 4hs, jantar e ceia. Esta organização alimentar varia um pouco em relação ao dia de treino.

Ainda não estou na fase de suplementar pois estou entrando na oitava semana de base e quero que o corpo responda a todos os estímulos sem qualquer adicional (suplementação).
Terminando esse treino de base, minha dieta será modificada já com suplementação.

Aviso que minha dieta é controlada minha Nutricionista que fez um programa em conjunto com mEU treinador. Por isso mais uma vez alerto que, por mais que haja informações, a internet não substitui o profissional e tem mais, a dieta e/ou treino que o profissional montou para o SEU amigo, não servirá aos SEUS propósitos.

E sobre o restaurante que peço o almoço e lanches é o Saladeria Carioca 
(www.saladeriacarioca.com.br)





Até a próxima!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Recuperando o fôlego!

Buenas Galera!

Passado quase três meses da liberação médica para voltar a pedalar mais forte e posso dizer que não sofro tanto nas subidas longas e inclinadas, o selim não me causa tanto incômodo depois dos 30km e as pernas ainda me obedecem após um pedal de 80km.

A sensação de conseguir recuperar o mínimo de resistência fisica para acompanhar a turma do pedal é inimaginável!

Como educador físico pude sentir na pele, mais uma vez, a dificuldade de conseguir com que o corpo ultrapasse um determinado limite...e ao ultrapassar, gerar condições psicológicas para que o próximo objetivo não desmotive.

Assim foi a cada pedalada, o sofrimento do pedal anterior ia embora e novos roteiros, cada um desafiador a sua maneira, apareciam para moldar a musculatura preguiçosa. 

Tenho optado por refazer alguns pedais sozinho. O que parece pesar ainda mais pois, não há ninguém para dar um apoio ou como na gíria uma roda ou um passo. É você, o caminho escolhido e seus objetivo a cumprir.

Durante este período de carnaval fiz dois pedais de avaliação que me deixaram orgulhoso de mim mesmo. Um por conseguir realizar e ainda aumentar a quilometragem em quase 50% e outro por conseguir baixar o tempo significativamente. Pra completar, um terceiro pedal aconteceu a convite do Marcos Miura onde pude acompanhá -lo em um roteiro em plena segunda de carnaval, completado com louvor e definitivamente sacramentou minha condição física de ruim (em Janeiro) para boa (neste mês de fevereiro).

Ainda estou longe do nível que desejo, mas é seguir planilha de treino, não forçar desnecessariamente e descansar proporcionalmente ao treinamento.

Até!