segunda-feira, 7 de março de 2011

"Mas... com essa bike velha?"

Esse post é apenas para mostrar que não importa a bike que está pedalando, seja ela velha ou nova; com peças originais ou hightech e se ela custou 100 ou 100.000 reais. O que vale é a confiabilidade.

Domingo, 06/03, acompanhei o Ronaldo, amigo de pedal em  parte de sua viagem... pelo menos 40km (pra mim rendeu 78km pois tive que voltar). Pedal seguiu pela Pres. Dutra, a partir de Pavuna, e o acompanhei até Eng. Pedreira, dia chuvoso com algumas poças de água e lama, quando eramos forçados a pedalar fora da estrada e na volta, peguei uma forte chuva por boa parte do trajeto de volta.

Quando retornei, encontrei um grupo de conhecidos que não pedalam, e ao verem meu estado e o da bike, enlameada, perguntaram coisas do tipo: "tu tá fazendo trilha agora? e as viagens?? mas trilha com essa bicicleta velha, não dá né!?"

Realmente, nunca havia feito trilha, ou até mesmo um XC de pouca km com ela e confesso que fiquei curioso... mas voltando aos questionamentos, como eles sempre ficam com seus equipamentos (netbooks e outros) pedi a eles que pesquisassem no Youtube nomes como Hans Rey e Dave Volker, vissem o que eles faziam e as bikes que utilizavam.

segue um vídeo que indiquei

Acho que a minha GT pode me levar moderadamente por uma trilha. 

As fotos da bike, pena que assim que entrei na garagem, minha mãe que estava lavando o carro me 'jateou' com a mangueira tirando o excesso da sujeira (bike/biker) arrancando risos dos familiares presente.


A propósito, o amigo que acompanhei ele SEMPRE viaja em uma Caloi Aluminum dos anos 90.

Até

quarta-feira, 2 de março de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Massa Crítica - POA - 25/02/11

Foi com muito pesar que recebi a notícia via celular sobre o trágico acontecimento, pior ainda, foi ouvir os comentários desnecessários de quem desconhece o prazer proporcionado por uma bike.

Passei o fim de semana lendo os vários fóruns e lista de discussões tentando entender o que o porque do ocorrido.

Sempre tive o conhecimento de massa crítica, como um protesto surgido nos Estados Unidos, com a características de inserir as bicicletas como meio de transporte, onde todos, carros, ônibus, motos e etc., utilizem a mesma via, respeitando-se mutuamente.

Um dos lugares que ouvi falar sobre foi em um programa de rádio espanhol http://www.rtve.es/podcast/radio-5/cicloturismo/pagina-5.shtml, lembro de ver também a Ranata Falzoni na China ou Japão e com muita inveja vi o quanto eles utilizam, meio ao transito caótico aos olhos, mas que funcionava muito bem o mix de veículos, bicicletas e pedestres.

Voltando ao incidente, não venho aqui apontar o certo ou o errado, apenas expressar MINHA opinião.

Tendo em vista meu 'conhecimento' em massa crítica, não entendo o porque eles tomavam todas as pistas, não dando ao menos uma faixa de rodagem aos veículos motorizados (?) indo contra as origens da causa 'veículos de propulsão motora e humana circularem pela mesma via'.

Entretanto, como se tratava de um manifesto/protesto ou seja lá o que for, não constatei a presença de qualquer órgão do Estado como a Polícia e/ou Município como os Agentes de Trânsito,  para dar coordenar e dar suporte tanto aos ciclistas quanto aos motoristas.

Seja lá qual for a falha que ali existiu, nada justifica a barbárie executada pelo infeliz motorista, e que pela graça de Deus, ninguém morreu!

O que deveria ser um processo pacífico de conscientização de mobilidade sustentável, foi visto pelos mais críticos como um ato de 'rebeldia ciclistica'... Espero que os próximos sejam um tanto quanto melhor elaborado/executado e que possamos cada vez mais ganhar credibilidade e respeito de todos.

Melhoras aos acidentados vamos continuar semeando a idéia da Mobilidade Sustentável como sempre fizemos.





Até


César

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Passeio (Botafogo x Pontal x Metrô Estácio) ViaPedal

Em tempos de preparação para a próxima viagem de férias, durante a semana recebi um e-mail da ViaPedal que me chamou a atenção tanto pelo trajeto, que nunca havia feito, quanto o grupo, pois há tempos não pedalava em grande número de ciclistas. Entretanto, já havia marcado um pedal até Maricá e/ou Saquarema com um amigo que o faria comigo.

Próximo do fim de semana, este amigo abandonou o projeto por conta de uma virose que o atacou com tudo... como não estava querendo fazer um pedal solitário, recorri à minha caixa de e--mail´s e lembrei deste passeio... rapidamente escrevi ao Horácio ,Jr. que prontamente me respondeu e assim se abriu uma grande oportunidade de pedal em grupo.

O encontro seria, conforme divulgado, em Botafogo bem próximo ao Metrô. Tudo certo e perfeito, mas acabei chegando atrasado. Liguei para o Horácio que me informou que já haviam saído, que os encontraria no caminho... sendo assim, vamos pedalar. 


Peguei a ciclovia em Botafogo mesmo e consegui alcançá-los apenas no Arpoador (isso porque pararam para me esperar).

Seguimos toda orla até o Leblon onde agrupou e foi passado alguns 'lembretes' de segurança e cuidados pois pegaríamos vias com certo grau de perigo como a Av. Niemyer, sem acostamento.

Segue trajeto abaixo
Se preferir TrackLog, apenas o de ida (volta pelo mesmo trajeto): http://www.sports-tracker.com/#/workout/cesarhp/v9aik0g39tgu1m5b


Já em São Conrado, um novo reagrupamento antes de pegar a Estrada do Joá.


Passeio de certo grau de dificuldade, onde o ponto máximo foi a estrada do Joá (indo e voltando) proporcionando bela vista e descida alucinante.
Vista compensadora após o esforço
Aos poucos a turma ia aumentando para vislumbrar a vista
A turma
Agora era apenas descer e já estaríamos na Barra. 
Direto pra ciclovia, admirando a vista e papeando
Pausa pra dar uma refrescada, pois no ciclocomputador estava marcando 41º
e logo voltamos ao pedal, dessa vez pela continuação da ciclovia do outro lado da Av. Sernambetiba.
Notem a diferença do material do calçamento da ciclovia... parada para troca de câmara
Turma concentrada
E já estamos quase no Recreio
Recreio, novamente a ciclovia 'atravessa' a rua e fica mais decente!
Parte da turma, após parada para comer, já se prepara para retornar ao ponto de encontro e começar a jornada de volta.
Detalhes e comentários antes de 'partirmos'
Todos voltando
O diferencial da volta foi um vento lateral que foi minando todo o trecho da orla e que logo depois chegaria a subida da Estrada do Joá, mais curta deste lado o que a torna um pouco mais difícil.
Enfim a subida acaba, e antes de descermos, mais fotos com a luminosidade de fim de tarde.
Pedra da Gávea
O drama da Niemyer
Pista dupla com poucos refúgios
Logo já chegávamos em Botafogo
Paisagem que não canso de fotografar
Torre do Rio Sul em destaque
Ciclovia bem democrática, uns pedalando por lazer e outros por trabalhando
Ah, sim! Muita gente caminhando também!!
E a derradeira
Depois dessa nos despedimos, e segui acompanhando do amigo até o metrô Estácio, após  metrô mais alguns quilômetros e chegaria em casa, quase as 19h.

Ótimo pedal, Pessoas idem!

Um abraço à todos (muita gente pra lembrar os nomes logo de primeira).

Estatísticas:
Distancia: 98km
Tempo total: 9h
Tempo de pedal: 5:30h
Média: 17,50
Sem baixas e um cansaço gratificante.






domingo, 23 de janeiro de 2011

Pedais aprovados.

Hoje, saí na intenção de testar os pedais com clipess. Foi um pedal leve e curto, pois não sabia se seria necessário mais ajustes... que realmente precisou.

No km 10, senti um certo desconforto no tornozelo que irradiou para os joelhos e a sensação de estar preso não estava tão agradável. Parei, verifiquei as marcações que fiz ao instalar os taquinhos e constatei que os mesmos saíram de posição... tratei de colocá-los no local demarcado e apertar com vontade.

Decidi voltar pra casa deste ponto e realmente eram os taquinhos mal posicionados que me fizeram sentir dores.

Aproveitei para passar na feira e comprar umas frutas e pelo visto me acostumei em clipar/desclipar.

Recomendo.

Até

 

sábado, 22 de janeiro de 2011

PROJETO DE LEI No 6.824, DE 2010 (21/01/2011) - VAMOS LÁ!!!

COMISSÃO de viação e transportes

PROJETO DE LEI No 6.824, DE 2010

Estabelece procedimentos para o transporte de bicicletas nos ônibus utilizados nos serviços de transporte interestadual e internacional de passageiros.
Autor: Dep. RODRIGO ROLLEMBERG
Relator: Dep. CARLOS ZARATTINI

I - RELATÓRIO

O projeto de lei em epígrafe estabelece que para efeito do transporte de bagagens em bagageiro de ônibus interestadual ou internacional, a bicicleta de uso pessoal de passageiro equipara-se à sua bagagem de mão.
Garante o transporte gratuito de apenas uma bicicleta por passageiro, sem a exigência de apresentação da sua nota fiscal.
Estabelece que a bicicleta poderá ser embarcada montada ou desmontada, a critério de seu proprietário, contanto que sejam observadas as dimensões que se adaptem ao bagageiro, para não comprometer a própria segurança nem a das demais bagagens. Se a bicicleta estiver desmontada, deve ser embarcada devidamente acondicionada, para que suas peças não sejam danificadas nem extraviadas.
Determina que se dê às bicicletas embarcadas como bagagem o mesmo tratamento de controle e indenizações para os casos de danos ou extravio.
Esgotado o prazo regimental, não foram apresentadas emendas ao projeto.
É o relatório.  

II - VOTO DO RELATOR

A proposição em pauta equaciona devidamente o transporte de bicicletas em ônibus que realizam viagens interestaduais e internacionais. Em primeiro lugar, porque passa a equiparar uma bicicleta a uma bagagem pessoal do passageiro. Em segundo lugar, para não sobrecarregar a transportadora, limitando o embarque de apenas uma  bicicleta por passageiro, sem a necessidade de apresentação de nota fiscal. Desse modo, a bicicleta a embarcar passa a ser considerada como um objeto de uso pessoal indispensável, seja para o deslocamento diário ao trabalho, seja para a prática desportiva ou de lazer.
Essas determinações são oportunas na medida em que o uso da bicicleta é hoje estimulado como um meio de se alcançar a mobilidade e a acessibilidade urbana, de forma a se reduzir a utilização pessoal de veículos automotores, que causam danos ao meio ambiente.
Abrindo uma nova perspectiva para facilitar o emprego da bicicleta em viagens de trabalho, turísticas ou para a participação em competições desportivas, sem ônus para os interessados ou para os transportadores, a proposição sob análise também coopera com a implantação dos conceitos e princípios que promovem a mobilidade urbana política e ambientalmente correta.
Por todos esses aspectos, somos pela aprovação do PL nº 6.824, de 2010. 
 Sala da Comissão, em        de                         de 2011.
Deputado CARLOS ZARATTINI
Relator

Primeiro pedal do ano. Alto da Boa Vista.

Após uma pré temporada de quase dois meses sem pedal, apenas nas festividades de fim de ano regadas de farturas (bebidas e comidas) e noites mal dormidas e precisando dar o pontapé, ou pedal, inicial para começar o giro de 2011 e preparar para o trecho das férias, nada melhor do que agendar um pedal com o mais recente amigo e melhor amigo de pedal, Ronaldo (que merece um post à parte sobre seus feitos).


Durante a semana, marcamos um pedal para o último 15/01, que mais uma vez, me atrasei por conta da preguiça e ressaca do evento da noite anterior.


Pedalei até o Metrô Pavuna com destino ao Maracanã, onde encontraria com o Ronaldo


Já na estação Maracanã



Uma mostra do Grandioso Maraca que está em reforma e a pista de atletismo


Sabendo das minhas condições físicas, pensei que se conseguisse subir até o Alto já seria uma vitória pra mim, o que o Ronaldo inventaria depois, seria na raça e pela necessidade de testar os limites.

E começamos o pedal
Parada no posto para abastecer de água e começar a subir pra lá








Cansativa mas bem bonito, apesar do ciclocomputador marcar 33graus no início, a sensação era bem agradável




Bom, até aqui meu corpo garantiu, mas o Ronaldo quis fazer até a Pedra Bonita (Será!?)
Descendo para encontrar a Estrada das Canoas






Pronto
que nada, a mente até queria, mas as pernas estavam começando a reclamar, a direita entãoi se rebelou em um espasmo seguido de fortes cãimbras... consegui alcançar o Ronaldo que já estava longe e disse que não dava mais pra mim... ainda tentei continuar mas decidimos não forçar...


Continuarei com o pedal intensivo e recuperar a resistência.


Segue o trecho que fizemos, não está completo porque o satélite não pegou no início, Maracanã, e na volta o telefone descarregou por completo, mas foram 35km de pedal.


Valeu Ronaldo.


At.